quarta-feira, 19 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Alan Warner - Country Guitar Licks
Book:
http://sharebee.com/12b71e72
Audio:
http://sharebee.com/5f0a5f82
Encore 4.5.5

Encore é um programa poderoso e muito útil para músicos profissionais ou amadores, pois, ao mesmo tempo que traz ferramentas intuitivas e muito fáceis de usar por qualquer nível de usuário de computador, ele apresenta funções que vão agradar até aos músicos mais exigentes, dada a variedade e a vasta aplicabilidade dos seus recursos.
Com o Encore, você pode compor músicas do início ao fim, assim como tem a opção de salvar suas melhores criações para distribuir posteriormente, através de um formato leve e fácil de compartilhar, o ENC.
O melhor de tudo é que isso acontece em um sistema predominantemente visual, no qual a maioria dos elementos da partitura podem ser selecionados e arrastados com o mouse com muita praticidade, e permitindo que você visualize exatamente como a sua partitura vai ficar.
Download
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O grande impacto
http://xpock.tv/play.php?vid=878
sábado, 8 de novembro de 2008
JOE SATRIANI Songbooks
I think all the studio albuns are here plus the first G3 reunion.
Crystal_Planet
Dreaming_No.11
Engines_Of_Creation
Flying_In_A_Blue_Dream
Is_There_Love_In_Space
Not_of_This_Earth
Joe Satriani
Strange_Beautiful_Music
Surfing_With_The_Alien
The_Extremist
Time_Machine_1
Time_Machine_2
Satriani__Johnson__Vai_-_G3_Live_in_concert
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Recordando a História
Sei que não é lá muito agradavel escrever ou discutir alguns assuntos mas, pedindo desculpas aos que aqui vem por tão longa leitura, gostaria de postar algo à bem da verdade e para que alguns terroristas que se fazem presentes no governo atual brasileiro não pensem que todos são intelectualmente cegos.
Recordando a História
1-O DIÓGENES DO PT
No bojo de uma CPI da Segurança, ganhou destaque na mídia uma gravação de 1999 em que o economista Diógenes de Oliveira, dizendo falar em nome do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, solicitava que o então chefe da Polícia Civil, delegado Luiz Fernando Tubino, "aliviasse" a repressão aos bicheiros.
Diógenes é o presidente do Clube de Seguros da Cidadania, uma organização criada para arrecadar fundos para o PT. Certamente, o ínclito partido irá reverberar a atitude de Diógenes e inocentar o governador.
O que ocorre, na realidade, é que enquanto Diógenes ficou na obscuridade, o PT dele usufruiu. Agora, com as luzes da mídia, há que se sacrificar um peão para salvar uma peça.
Mas quem é esse Diógenes que falava em nome do governador?
Seu nome completo é Diógenes José Carvalho de Oliveira e, nos seus tempos de terrorista, usou os codinomes de "Leandro", "Leonardo", "Luiz" e "Pedro".
A revolução de Mar 64 o encontrou como militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Sentindo-se perseguido, fugiu para o Uruguai, onde ingressou, em 1966, no recém-criado Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR) de Leonel Brizola.
Ainda nesse ano, arranjado por Brizola, foi fazer curso de guerrilha em Cuba, onde ficou um ano e se destacou como especialista em explosivos.
Em 1967, já no Uruguai, tomou consciência de que Brizola era muito de falar e pouco de agir. Diógenes queria, ardentemente, exercitar o que aprendera na ilha de Fidel.
Retornou ao Brasil e, em Porto Alegre, conheceu Almir Olímpio de Melo ("Paulo Melo"), que o conduziu a Onofre Pinto, em São Paulo, que também se havia desiludido com o comandante Brizola.
Em Mar 68, concretizou-se o congresso de fundação da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) - organização comunista criada para derrubar o regime pela luta armada - cuja primeira direção ficou constituída por Wilson Egídio Fava, Waldir Carlos Sarapu e João Carlos Kfouri Quartim de Morais, pelo grupo dissidente da Política Operária (POLOP), e Onofre Pinto, Pedro Lobo de Oliveira e Diógenes José Carvalho de Oliveira, pelo núcleo de remanescentes do MNR.
Pôde assim, Diógenes, iniciar uma longa trilha de sangue, realizando algumas dezenas de ações terroristas na capital paulista, dentre as quais assaltos a bancos, explosões de bombas e assassinatos.
O que se segue é, apenas, uma pequena, uma pálida idéia do que praticou esse militante comunista.
No início da madrugada de 20 Mar 68, participou do atentado que fez explodir uma bomba-relógio na biblioteca da USIS, no consulado dos EUA, localizado no térreo do Conjunto Nacional da Avenida Paulista. Três estudantes amigos, que caminhavam pelo local, foram feridos: Edmundo Ribeiro de Mendonça Neto, Vitor Fernando Sicurella Varella e Orlando Lovecchio Filho, que perdeu o terço inferior da perna esquerda.
Na madrugada de 20 Abr 68, preparou mais uma bomba, desta vez lançada contra o jornal "O Estado de São Paulo", que funcionava na esquina da Rua Major Quedinho com a Rua Martins Fontes; do mesmo modo que a anterior, a explosão feriu três inocentes.
Na madrugada de 22 Jun 68, participou do assalto ao Hospital do Exército em São Paulo, localizado no Cambuci. Fardados de tenente e soldados, cerca de 10 militantes da VPR renderam a guarda e roubaram nove fuzis FAL, três sabres e quinze cartuchos 7,62 mm
Na madrugada de 26 Jun 68, fez parte do grupo de 10 terroristas que lançou um carro-bomba contra o Quartel General do então II Exército, no Ibirapuera, matando um dos sentinelas, o soldado Mario Kosel Filho, e ferindo mais seis militares. (VER "RECORDANDO A HISTÓRIA" - "ATENTADO AO QG DO II EXÉRCITO")
Em 01 Ago 68, participou do assalto ao Banco Mercantil de São Paulo, localizado na Rua Joaquim Floriano, 682, no bairro do Itaim, com o roubo de NCr$ 46 mil.
Em 20 Set 68, participou do assalto ao quartel da Força Pública, no Barro Branco. Na ocasião, foi morto a tiros o sentinela, soldado Antonio Carlos Jeffery, do qual foi roubada a sua metralhadora INA.
Em 12 Out 68, participou do grupo de execução que assassinou o capitão Chandler, do Exército dos EUA. Foi Diógenes quem se aproximou do capitão - que retirava seu carro da garagem, na frente da mulher e filhos - e nele descarregou os seis tiros de seu revólver Taurus calibre .38. (VER "JUSTIÇAMENTOS" - "ASSASSINATO DO CAP CHARLES RODNEY CHANDLER")
Em 27 Out 68, participou do atentado à bomba contra a loja Sears da Água Branca.
Em 06 Dez 68, participou do assalto ao Banco do Estado de São Paulo (BANESPA) da Rua Iguatemi, com o roubo de NCr$ 80 mil e o ferimento, a coronhadas, do civil José Bonifácio Guercio.
Em 11 Dez 68, participou do assalto à Casa de Armas Diana, na Rua do Seminário, de onde foram roubadas cerca de meia centena de armas, além de munições. Na ocasiao, foi ferido a tiros o civil Bonifácio Signori.
Diógenes foi o coordenador do assalto realizado em 24 Jan 69, ao 4º RI, em Quitaúna, com o roubo de grande quantidade de armas e munições e que marcou o ingresso de Carlos Lamarca na VPR. (VER "RECORDANDO A HISTÓRIA" - "LAMARCA: A TRAJETÓRIA DE UM DESERTOR")
Em 02 Mar 69, Diógenes e Onofre Pinto foram presos na Praça da Árvore, em Vila Mariana.
Um ano depois, em 14 Mar 70, foi um dos cinco militantes comunistas banidos para o México, em troca da vida do cônsul do Japão em São Paulo. (VER "RECORDANDO A HISTÓRIA" - "O SEQÜESTRO DO CÔNSUL DO JAPÃO")
Diógenes ficou pouco tempo no México, indo rever seus amigos em Cuba, onde ficou por cerca de um ano. Em 25 Jun 71, saiu de Cuba e foi para o Chile, que havia se tornado, com Allende, a nova "Cuba sul-americana". Com a queda de Allende, em Set 73, retornou ao México e daí foi para a Europa, onde esteve em diversos países, dentre os quais a Itália e a Bélgica.
Em fins de 1974, radicou-se em Lisboa, onde permaneceu um ano.
Em Jan 76, iniciou seu périplo africano, onde foi para Angola e Guiné-Bissau, sempre junto com sua então companheira Dulce de Souza Maia, a "Judith" da VPR.
Em 1979 e em 1981, representando o governo de Guiné-Bissau, esteve no Brasil por alguns dias.
Em 1986, era o assessor do vereador do PDT Valneri Neves Antunes, antigo companheiro da VPR e fazia parte do movimento "Tortura Nunca Mais".
Na década de 90, ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes.
Era o Diógenes da VPR. Hoje, é o Diógenes do PT.
F. Dumont
Em 2008 remunera-se o terrorista de 1968
por Elio Gaspari
Lovecchio teve a perna amputada abaixo do joelho e a carreira de piloto comercial destruída. O atentado foi conduzido por Diógenes Carvalho Oliveira e pelos arquitetos Sérgio Ferro e Rodrigo Lefevre, além de Dulce Maia e uma pessoa que não foi identificada.
A bomba do consulado americano explodiu oito dias antes do assassinato de Edson Lima Souto no restaurante do Calabouço, no Rio de Janeiro, e nove meses antes da imposição ao país do Ato Institucional nº 5. Essas referências cronológicas desamparam a teoria segundo a qual o AI-5 provocou o surgimento da esquerda armada. Até onde é possível fazer afirmações desse tipo, pode-se dizer que sem o AI-5 certamente continuaria a haver terrorismo e sem terrorismo certamente teria havido o AI-5.
O caso de Lovecchio tem outra dimensão. Passados 40 anos, ele recebe da viúva uma pensão especial de R$571,00 mensais. Nada a ver com o Bolsa Ditadura. Para não estimular o gênero coitadinho, é bom registrar que ele reorganizou sua vida, caminha com uma prótese, é corretor de imóveis e mora em Santos com a mãe e um filho.
A vítima da bomba não teve direito ao Bolsa Ditadura, mas o bombista Diógenes teve. No dia 24 de janeiro passado, o governo concedeu-lhe uma aposentadoria de R$1.627,00 mensais, reconhecendo ainda uma dívida de R$400.000,00 de pagamentos atrasados.
Em 1968, com mestrado cubano em explosivos, Diógenes atacou dois quartéis, participou de quatro assaltos, três atentados à bomba e uma execução. Em menos de um ano, esteve na cena de três mortes, entre as quais a do capitão americano Charles Chandler, abatido quando saía de casa. Tudo isso antes do AI-5.
Diógenes foi preso em março de 1969 e um ano depois foi trocado pelo cônsul japonês, seqüestrado em São Paulo. Durante o tempo em que esteve preso, ele foi torturado pelos militares que comandavam a repressão política. Por isso, foi uma vítima da ditadura, com direito a ser indenizado pelo que sofreu. Daí a atribuir suas malfeitorias a uma luta pela democracia iria enorme distância. O que ele queria era outra ditadura. Andou por Cuba, Chile, China e Coréia. Voltou ao Brasil com a anistia e tornou-se o "Diógenes do PT". Apanhado num contubérnio do grão-petismo gaúcho com o jogo do bicho, deixou o partido em 2002.
Lovecchio, que ficou sem a perna, recebe um terço do que é pago ao cidadão que organizou a explosão que o mutilou. (Um projeto que revê o valor de sua pensão, de iniciativa da ex-deputada petista Mariângela Duarte, está adormecido na Câmara.) Em 1968, antes do AI-5, morreram sete pessoas pela mão do terrorismo de esquerda. Há algo de errado na aritmética das indenizações e na álgebra que faz de Diógenes uma vítima e de Lovecchio um estorvo. Afinal, os terroristas também sonham.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
DrumSite 1.3

Crie sequências musicais de bateria com qualidade de CD, pois os samples são gravados nessa qualidade (como se fossem WAVs) e não wavetable em midi. Você tem como controlar volume, tempo, panning e outros ajustes. Você pode usar samples e criar ritmos sem limites, exportando em formato WAV para ser usado em músicas ou improvisações. Ele vem com algumas demonstrações e padrões rítmicos. Possui utilitário de instalação e desinstalação.
Tam.:8.6MB - Completo
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